O dilema da escolha

 

  Uma das maiores preocupações dos pais conscientes da sua tarefa, é a educação e o desenvolvimento sadio e adequado dos seus filhos.

 

Muito desta tarefa corresponde a nós mesmos, pais.  

 

 Mas quando se faz necessário ampliar os horizontes das crianças, a socialização, os conhecimentos e habilidades específicos, o sadio comparar, o contato com outros, com o mundo e seus mistérios, então precisamos de uma vital e importante parceria:

A Escola do Meu Filho !

 

  Assim surge a pergunta: como escolher esta escola ?

 

 Neste momento vem ao nosso encontro toda sorte de critérios, pensamentos, conselhos, geralmente bem intencionados, experiências particulares, sonhos, traumas de infância e, juntamente com isto, a enorme pressão do nosso mundo, os valores que ele nos exige e que, não poucas vezes, acreditamos como sendo nossos.

 

  Como pais, somos norteados pela nossa visão de mundo e de ser humano.

                     

  Se acreditarmos que conhecimento é poder, então procuraremos uma escola que, já desde a Educação Infantil, ofereça alfabetização mais cedo, vestibulinhos, exames e provas. Nos inclinaremos a pensar que brincar é perder o tempo.

 

  Agora, se consideramos que, além de aprender, é importante que o nosso filho possa tornar-se um ser humano que saiba ser criativo, que além da inteligência conceitual tenha interesse social, que saiba ser livre, que consiga lidar com sucessos e fracassos, que encontre saídas inovadoras para os desafios,  que socialmente consiga resignificar o "eu" para que vigore o "nós".  

 

  Então, iremos à procura de uma escola que não sacrifique a infância,  que respeite os tempos e as fases de desenvolvimento; que no lugar de especializar, amplie as potencialidades do nosso filho, que permita que ele se conheça nos mais variados âmbitos, que traga alegria e prazer ao aprender e sobre tudo, que não nos deixe "terceirizar" a educação dos nossos filhos, que faça parceria conosco nesta importante e séria empreitada que é a de semear o futuro do ser humano.

 

   Mas o que, essencialmente, poderia nos nortear nesta crucial escolha ?   

                                 

  Sem duvida, conhecer de perto as propostas pedagógicas destes possíveis futuros parceiros, é altamente recomendável.

 

  Então provavelmente, vocês pais, se façam perguntas sobre o que é a Pedagogia Waldorf, sua origem, os fundamentos que a norteiam, como ela olha para a criança, qual é o significado do brincar, que importância tem o ambiente que rodeia a criança e o papel da arte no desenvolvimento. Qual é a visão do Ser Humano e do mundo, que a Antroposofia nos traz, e que alicerça este atuar pedagógico.

 

  Assim como também nos formulamos uma das mais delicadas perguntas que surgirá apos lermos o poema da Madre Teresa de Calcutá:

 

 “Ensinareis a voar, ...mas não voarão o teu voo   

Ensinareis a sonhar, ...mas não sonharão o teu sonho.  

Ensinareis a viver,...mas não viverão a tua vida

Ensinareis a cantar, ...mas não cantarão a tua canção

Ensinareis a pensar, ...mas não pensarão como tu

Porém saberás que

em cada vôo,

em cada vida,

em cada sonho,

em cada canto e pensamento perdurará sempre

o rastro do caminho ensinado...e aprendido.”

 

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